O Holocausto Segundo Jezebel
I
ANALÍVIA : Jezebel, é vai n’amor: nem dom, se basta, ia constantinho... ۩
Pá! leu logos, leu cine, fim marcou à flor do paraíso: torres gemeu, os ama e usem banana ( se me permita ) -- na nona cruzada -- e a um tilt de Milão-cov’-i-coceira do, marco alegre, menino, quando este umbu assou cristalino.
ANARAFAUEY: Jezebel, amora, pede ao mameluco com seus dedos. Ele? Na posta, mamelão.
Ódio o seu, como os mares maior que o maior homem:
MAMELUCO: Amora é safada.
Jezebel, salva seu charme estranho ou ele que acabe com o Brasil. VI-53-15861-1015104 Pinho e salsão e da oliva, corte louros e amora da salada. Sua face, a jaz oh límpida, e vai marco a polos ca santa luna com inspiração, por obra de súbito, num pequeno passo, do nada -- menina tô lesma -- tirou do que a senhor ouviu para si e enrubeceu clássica... é, ler é ócio muito perigoso. Veneno.
JEZABEL: Caiu e tá meio maluco?
Mexe pra mim ver! Ai que é pau é pedra no meio e fio no pão e pano no cipó de aroeira no lombo! Mas não se esqueça, não perdoe! Tem mais não, tem? Eu xingo que o processo é lento, amores, se rima. Amoras. A moura, atrevuda. Ah...
...É pra contar?
Mais eu sou é eu mesmo. E i é ache i é. Mai’apá’gora? Não ainda; bacutum e se sente no quarto! Eu mas que nada não sei, soca-te! Dai-me ervilhas de olhos negros e oblíquos. Jure mas, dê-me, tá? Por per se, telefonemas da minha nora, ó! Três se enganaram e bateram em nossa porta, ó! Dá-le-te ouro, incenso e birra! Uma canta alto, outra tá é ‘í debaixo, e ela as pegou, e elas eram um dois três marinheiras tra la la de uma vez, ó!
Macho é assim: querem mesmo escovar a bendita cabeça. Sou homem. Sê homem, salmão, ou lá no fundo azul na noite, hoje comido és sem dor neles: hoje serás janta. Ninguém é mais que Deus, e nem de suas leis. Você é um bicho, salmão. Sim senhor, um bicho. E sua filha diagnostica seus pitis:
(Silencioso. Dá tchau.) ۩
JOSÉ SARAVÁ: É válido ao fim ( ma como? ) chupar os dedos de sua mão, para todo o mundo ver, e dizer que não havia nisso desvergonha nenhuma? Appllaudo até homenagem a atóis, mas aqui começa o sertão chamado bruto, lugar que carece de fechos na rua no meio do rede mundo e vem ao agreste rude. X-08-17928-1147392 Sou José de cabeça fei’a ( que medim! ) sem limão ( magina... ), faz-se nora sua essa idiota e belicosa Jezebel, ao extremo a oriente hetero-neutra e cheire o certo homem que falo na grande vida. Rapá! Se oposto, me atiro no carro em firmamento antes da última dentição rodar minha fortuna.
Oi, tudo bem, Ache-a cá, acho isso, segure-a, faça alguma coisa concidadão, Feriu a la nina, Um ano de a feridas não importa ao banquete no ateneu, De hipnose sua filha está, não há nada mais que a gente possa fazer, dê-a-lhe a praça e a carcamana, Deixa de manha, que graça arranha dess’arte moderna tardia, Faz o que tu queres, só faz não perguntar o que eu posso fazer por você, monta licantropo ‘í contra pagãos, então vá, enfim, Advoco-lhe avocado té o naná gato diabo que a nu revi ao redor do buraco, dou-lhe a garota branca do novelo em peças ou oito bolas, e agora manda o ofício rico lá e de volta ao caminho da roça outra vez, aonde foi tu, pa que, até tu, até quando, sabotagem notável g-r-a-n-d-e no hipotálamo, Nóh vermelho, julga mas não pode os altos tetos levantar, não vai dar nada, não cante le nina se homem mói, se... ( rumores que ) se da ( se não lhe olho ) afluência de todos os homens de bem pela razão pura nasce isso, a flor corada na rede de o câncer mundial, na noite de verão ( como parar-te? ) querendo balança três charmosas estranhas bruxas, aqui não persego-lhe, posso até não ser simpático.
Ande guerra, arrou! Erros: acuse a banda barbárica de adornos civilizados. Isola, boneca! Ficou com o tristão. O, ops! Deixe-me ser claro para que você compreenda com seu oscitante cérebro: l’a onda dá o tempo, o alimento dá os deuses e um código genético oculto ancião. A chaves para. Dadas, legião! O, ops! Eu dizia o seu nome. Paciência! paciência! ( grande coisa ) mesmo se línguas falsas bahtem em mim, blablabeloblia. E desto contar-vos quero: Józé barra da queda Imperial ao seu escriptório ( se assim tu eras cela -- era quase uma jaula! ) cheia de graça mais linda convosco a menina vista sem Józé malhando na praça ( se assim não é país, um p’ifẹ̀ sem picasso! ), pois lá gracinhas d’les empregados: Que timê é teu? Uma nota só: dóré-mi-fá quá quá quá quão alta a lua no tempo de verão!
Diagnóstico: Difilobotríase.